Categoria: Tendências

Melhores práticas garantem 90% de um projeto, diz Gartner

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Integração, melhores práticas e pessoas. Esses foram os principais fatores destacados pelos especialistas do Gartner para o sucesso de projetos de SOA e BPM. De acordo com Frank Kenney, diretor de pesquisa da instituição, o maior desafio, hoje, é fazer com que empresas de todos os segmentos alcancem maiores níveis de agilidade e menor custo de operações, assim como os principais players do mercado de TI.

Nesse sentido, o Gartner tem recomendado a seus clientes reestruturações de processos e desenvolvimento de arquiteturas orientadas a serviços. Para Jess Thompson, vice-presidente de pesquisas para aplicações e integração, no futuro, empresas não mais comprarão sistemas prontos e nem os construirão. “A idéia é que, de agora em diante, cada companhia componha seus sistemas de acordo com as ferramentas que já possui. E é nesse contexto que a integração – não só de TI, mas de toda estrutura corporativa – é essencial. Não se pode desperdiçar ferramentas nem dados”, explica o executivo.

Entretanto, Thompson alerta que, tanto desenvolvedores de soluções como de processos devem estar atentos aos diferentes níveis de necessidade de cada cliente. Segundo ele, o sucesso da implementação de SOA e novos processos está em 10% de infra-estrutura e em 90% de melhores práticas.

E é aí que os usuários tornam-se peças-chave. De acordo com Janelle Hil, vice-presidente de pesquisa e BPM do Gartner, essas mudanças envolvem toda a estrutura da corporação. “Dessa forma, todos devem estar envolvidos, é uma ação conjunta”, alerta a executiva.

Fonte: Patricia Lisboa – Decision Report

Em 5 anos, conhecimento wireless será o mais importante em TI

[img:going_wireless_1.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]Diretores de TI de 12 países dizem que habilidade será a mais importante nos profissionais, diz Computing Technology Industry.

Em cinco anos, as habilidades relacionadas à tecnologia wireless serão as mais importantes em um profissional de tecnologia, revelou uma pesquisa encomendada pela Computing Technology Industry Association (CompTIA) nesta segunda-feira (07/04).

O levantamento, feito pela Center for Strategy Research, consultou mais de 3.500 diretores de TI em 14 países. Com exceção de dois países, os gerentes ressaltaram a habilidade em tecnologias wireless como a mais importante. A França e a África do Sul colocaram a qualidade em segundo lugar.

O conhecimento em tecnologias wireless foi considerado mais relevante nos setores de saúde e educação, embora a habilidade seja requisitada também no varejo e no mercado de serviços financeiros, diz o porta-voz da CompTIA, Steven Ostrowski.

“A pesquisa mostra como estas habilidades são importantes em todas as geografias e indústrias”, diz o executivo. Ostrowski defende que as descobertas são um alerta a instituições de ensino, que devem preparar os estudantes em tópicos wireless.

Apesar de não existir um cargo de “especialista wireless”, é possível que um dia a especialização exista, ressalta Ostrowski. Afinal, segundo ele, especialistas em telecomunicações e redes dividem espaço com esta tecnologia.

Segundo o gerente de projetos para integração de aplicações do St. Luke’s Health System, Gene Gretzer, o conhecimento em wireless, incluindo dispositivos, “é demanda absoluta” em todos os tipos de indústrias.

Gretzer diz que, embora não veja uma exclusividade para o desenvolvimento de habilidades wireless a curto prazo, os gerentes de tecnologia precisarão, no geral, de um “indivíduo de tecnologia completo” para lidar com todos os tipos de rede e resolver problemas como interferências wireless, por exemplo.

Com relação a conhecimentos específicos em plataformas de hardware wireless, como o iPhone, Gretzer diz que os especialistas precisam ser “intuitivos” e ter vontade de absorver as informações dos novos gadgets que surgem no mercado. “Você precisa aprender rápido”, diz.

E completa: “A tecnologia wireless estará em todos os lugares.”

Fonte: Por Computerworld/EUA – 08 de abril de 2008 – Matt Hamblen, editor do Computerworld, de Framingham

Hering adota de e-mail registrado em alguns setores

[img:e_mail.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]A Cia. Hering, fabricante nacional de produtos têxteis, contratou a RPost Brasil, subsidiária da multinacional norte-americana RPost, para garantir a comprovação de envio e recebimento de informações críticas por e-mail.

O projeto de registro de e-mails na Hering inclui 500 caixas postais dos departamentos financeiros, suprimentos/compras e administrativo de vendas, que são as áreas que lidam com informações críticas. Das quase 25 mil mensagens eletrônicas que circulam mensalmente por estes setores, a empresa estima que mais de mil sejam enviadas como e-mail registrado, pois precisam dessa garantia.

Marcos Brancher, coordenador de infra-estrutura de telecom e suporte da Hering, explica que com a crescente utilização do e-mail, a carta registrada passou a ser desconsiderada em muitos casos. “O e-mail é mais rápido e prático. Mas em contrapartida não existia, no uso do e-mail, as garantias de uma carta registrada”, afirma.

Para comprovar recebimento, envio e integridade de e-mails, além de evitar tentativas de fraudes, a Hering optou pelo serviço de E-mail Registrado da RPost Brasil, que detém tecnologia exclusiva de e-mail com acreditação jurídica segundo marcos regulatórios mundiais. A escolha levou em conta as características e funcionalidades da solução da RPost.

O E-mail Registrado possui mecanismos que asseguram os cinco pontos essenciais: prova da autoria; prova do conteúdo; prova da data e hora, com validade internacional e considerando os fusos horários e a vigência ou não do horário de verão; prova do envio e prova do recebimento, incluindo a mensagem e seus anexos.

Software livre é usado em 73% das grandes empresas no Brasil

[img:Sftware_Livre.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa][img:FSF_Logo_svg.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]Uma pesquisa do Instituto Sem Fronteiras (ISF) mostra de que a percepção de que o software livre é mais usado por empresas de médio porte está incorreta. O estudo revela após ouvir mil empresas que o software livre está em 73% das companhias entrevistadas que possuem mais de mil funcionários.

Segundo o ISF, a percepção errada advinha da visão de sua menor liquidez e suas necessidades de TI específicas (mais voltadas às soluções proprietárias). Na verdade, este é o grupo no qual se verificou o mais baixo grau de adoção, ficando com 31% entre os segmentos horizontais estudados. Vale lembrar que são classificadas como menores empresas aquelas que possuem menos de 99 funcionários.

Quanto aos computadores houve um avanço de 12,4% na utilização do software livre nos PCs nos últimos 12 meses nas empresas que já o utilizam. Por outro lado, a pesquisa demonstrou que 53% dos entrevistados não utilizam software livre nos PCs.

Apenas 1% das empresas pesquisadas aponta que a utilização de software livre em seus PCs é integral (100%). O Instituto lembra que embora pareça pouco, transpondo este percentual para o número de empresas existentes no Brasil, estamos falando de números absolutos consideráveis.

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Baseado em modelo de Dansette