Para não prevalecer a máxima de “casa de ferreiro espeto de pau”, após um período conturbado com a passagem inesperada de nosso sócio, acreditamos ter equacionado as atividades e chegou o momento de voltar a atualizar o blog!
Isso mesmo, dentro de um planejamento, esta atividade volta a integrar a nossa rotina e pretendemos fer uma postagem por mês no mínimo.
Agradecemos por terem aguardado esse momento de reestruturação e vamos colocar mãos a obra!
Cordialmente,
Mauro Gherpelli
As ferramentas de gestão empresarial continuam a ser uma ferramenta vital para as empresas, e os fornecedores destas soluções estão cada vez mais buscando conquistar mais espaço neste mercado cada vez mais exigente.
A CIO.com realizou uma análise deste mercado e concluiu o que deve estar por vir…
- Os clientes ficarão cada vez mais exigentes – irão buscar soluções que atendam ainda mais às suas necessidades, tenham diferenciais importantes para o negócios e que tenham menor custo;
- Soluções SaaS e ERP tradicional coexistindo na nuvem – com as infraestruturas de acesso à internet cada vez mais solidificadas e confiáveis, a opção por soluções na nuvem começarão a ganhar mais força;
- Falhas de ERP continuarão – A constante necessidade de evolução dos sistemas, falta de treinamento constante e de qualificação de pessoal, além das tradicionais alterações na regras tributárias não reduzirão as falhas nos ERPs; Importante ressaltar que a redução de custo com redução de treinamento é o principal fator para que se aumentem as “falhas”!
- Licenciamento de ERP com mais opções – Com o objetivo de conquistar mais clientes serão fornecidas novas formas de licenciamento, com regras cada vez mais confusas e cheias de armadilhas…
- ERP para médias empresas sofrerão revolução – Com a opção de soluções nas nuvens cada vez mais atraentes para as médias empresas, as soluções para este segmento devem se ajustar rapidamente para não perderem este mercado!
- ERPs mais amigáveis – para reduzir à necessidade de treinamento, as soluções focarão em interfaces mais amigáveis e que se integrem com soluções de redes sociais e aplicativos de escritório (Office e outros) de forma transparente
- Contratos de manutenção serão objeto de muita discussão – Os contratos de manutenção representam um custo que será extremamente avaliado, buscando reduzir o custo ao máximo, mas garantindo o suporte necessário para as empresas
O resumo desta avaliação é de que os ERPs estão deixando de ser soluções VIP para entrarem na lista de commodities fazendo com que os fornecedores tenham que rever suas estratégias.
Maioridade…
A SANNA Consultoria Empresarial completa 18 anos de atuação na prestação de consultoria empresarial no próximo dia 28 de setembro de 2010.
A data seria ideal para uma comemoração à altura de 18 anos de realizações sequer imaginadas quando de sua criação, e este era nosso plano.
Infelizmente neste ano, mais precisamente em 31 de maio de 2010, perdemos o sócio, colega e acima de tudo amigo Murched Sanna, que faleceu no auge de seus 70 anos sem qualquer aviso enquanto dormia em sua residência.
O livro de vida de Murched Sanna foi uma obra digna de constar na lista dos “best sellers”, com realizações pessoais, familiares e profissionais que qualquer um desejaria poder ter conquistado. Em nossos “livros de vida” ficaram faltando algumas páginas com a participação dele, mas manter vivo o legado dele fará com que ele continue a estar presente.
Iremos comemorar em silêncio este ano.
07/maio/1940
31/maio/2010
A captação de patrocínios como forma de custear atividades culturais e esportivas é uma prática usual, mas que muitas vezes não é tratada como uma relação totalmente clara entre as partes. Principalmente no respeito que o captador deve ter pelo seu patrocinador…
Nestes termos li um artigo que me chamou a atenção e que tomei a liberdade de reproduzir neste blog.
Não tenho a data do artigo, apenas que é de autoria de Ricardo Buarque, que é sócio diretor da Enter Assessoria de Comunicação.
Dos pontos observados por ele, destacam-se dez grandes erros e dez grandes acertos, que são:
- maiores erros:
- Ser arrogante e achar que a empresa é obrigada a apoiar a “sua causa”;
- Ser desinformado quanto ao negócio e objetivos de marketing do seu patrocinador;
- Focar apenas em conquistas, esquecendo de mencionar objetivos profissionais e contra-partidas para o patrocinador, clipping e valor justificado do investimento;
- Ser relapso e não usar a logomarca do patrocinador, ou pior, usar a do concorrente, em um evento em que possa ser fotografado ou filmado;
- Ser intransigente, colocando obstáculos quando a sua presença é solicitada;
- Ser preconceituoso, não envolvendo ou não se interessando pelos colaboradores do patrocinador;
- Ser acomodado, não se envolvendo intensamente com as atividades do patrocinador aonde possa inserir a informação do patrocínio;
- Ser distante, não visitando regularmente o patrocinador para mante-lo sempre informado do que ocorre;
- Ser ingrato, esquecendo de agradecer pelo apoio quando de conquistas;
- Ser ganancioso, não tendo flexibilidade para negociar e mostrar que compreende as limitações orçamentárias do patrocinador.
- maiores acertos:
- Ser profissional e entender que patrocínio é negócio. Usar a logomarca do patrocinador em todas as suas atividades profissionais (treinos, competições, eventos, entrevistas).
- Ser "antenado" e conhecer o negócio do patrocinador.
- Ser realista e elaborar um projeto objetivo de patrocínio, cuja pedida financeira seja amparada por fatos que comprovem a validade do investimento.
- Ser consciente e saber que todas as suas declarações à imprensa repercutem no patrocinador (as boas e más…). E que o seu comportamento social também é observado.
- Ser organizado e fornecer à área de marketing e comunicação o seu calendário de atividades esportivas ao patrocinador e sempre avisar sobre as competições mais importantes para você, suas alegrias e frustrações. Estabelecer um canal de comunicação constante.
- Ser atencioso e estar disponível para eventos promovidos pelo patrocinador especialmente àqueles voltados para seus funcionários (quando não puder, não deixar de justificar).
- Ser pró-ativo e identificar oportunidades novas de visibilidade, como visitas a projetos sociais apoiados pelo patrocinador, logomarca no website do atleta, etc..
- Ser parceiro e não ser egoísta. Se colocar como mais um "membro" da equipe do patrocinador e ser solidário quando ele precisar de você nos momentos de dificuldade.
- Ser previdente e entender que seu patrocínio depende da sua performance e não se expor a acidentes que poderiam ter sido evitados se você não se arriscasse tanto.
- Ser educado e compartilhar com o patrocinador as suas conquistas e sempre após uma delas, agradecer o apoio e a confiança no seu talento.
A GHERPELLI Consultoria coloca-se à disposição para assessorar ne estrutura de relações de patrocínios entre as entidades de forma a preservar o melhor de cada instituição.