América do Sul é líder em planos de recuperação de desastres
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A América do Sul é líder em planos de recuperação de desastres, afirma pesquisa feita pela Symantec. Na região, 60% dos bancos de dados, 53% das aplicações, 51% dos e-mails e 67% dos servidores estão contemplados com planos de recuperação. No entanto, apenas 2% destas organizações testam seus planos.
Marcelo Silva, diretor de serviços profissionais da Symantec, explica que os testes de recuperação de desastre não são dos mais simples. “A complexidade de testar de fato é muito grande, mas as empresas fazem testes parciais”, comenta. Segundo o estudo, a cada 6 meses 39% das empresas fazem algum tipo de teste parcial de recuperação de desastres em todo o mundo.
A pesquisa diz também que ainda há grande receio quanto aos riscos de um teste de recuperação. Um terço do total de entrevistados indicou acreditar que os testes afetarão seus clientes, enquanto um quinto admitiu pensar que esse tipo de procedimento poderia afetar negativamente as vendas e receitas de sua organização.
No ano passado, um terço das organizações entrevistadas teve que executar seus planos de recuperação de desastre devido a diversos fatores, incluindo: falha de hardware e software (36%); ameaças externas à segurança (28%); problemas/falhas/interrupções de energia (26%); desastres naturais (23%); gestão de problemas de TI (23%); vazamento ou perda de dados (22%); e comportamento nocivo ou acidental de funcionário (21%).
Virtualização
Segundo Silva, a virtualização é uma tecnologia que trás novas possibilidades para os planos de recuperação de desastre, apesar de, tanto em aplicações quanto em hardware, esse tópico ainda ser um assunto relativamente novo no mundo. “A onda da virtualização é uma nova possibilidade para as empresas que querem ter um plano de desastre”, diz.
A pesquisa revela que há um aumento no número de organizações que estão reavaliando seus planos de recuperação de desastre devido à virtualização. Segundo o estudo, à medida que mais aplicativos e dados são gerenciados em um ambiente virtual, as organizações reavaliam os modos de gerenciar aplicativos e dados em ambientes físicos e virtuais.
















