Sem vôos, empresários ‘driblam’ crise aérea

[img:crise_a__rea.jpg,resized,alinhar_esq_caixa]Com falta de vôos, advogados trocaram os aeroportos pela internet. Videoconferências e telefone são altertivas para não perder clientes.

Ver origem da matéria no G1, com informações do Jornal Nacional

A dificuldade de deslocamento causada pela crise aérea tem afetado a rotina de quem costumava utilizar a ponte aérea Rio-São Paulo para fechar negócios, como é o caso do escritório do advogado Marcos Pagliaro: com sede em São Paulo, ele tem uma filial no Rio e uma em Brasília, além de clientes de várias partes do Brasil e do exterior.

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Com a falta de vôos, os advogados trocaram os aeroportos pela internet. Discutem processos e combinam estratégias por meio de videoconferências. Embora a ferramenta amenize a situação, não resolve o problema: quando há audiência na Justiça, a presença virtual não vale.

“Meu sócio tem uma audiência na semana que vem e não tem vôos. Meu cliente, graças a Deus, fretou um jatinho para que ele pudesse comparecer “, diz Pagliaro.

O consultor Silvio Celestino também encontrou novas maneiras de fazer contato com clientes. “Hoje está mais fácil atender na Europa, que eu atendo pela internet, do que no Brasil, que eu preciso me deslocar. A alternativa é fazer por telefone, postergar ou mesmo cancelar o atendimento até que essa crise se resolva”.

A procura por passagens rodoviárias nas capitais aumentou 35%. Para conseguir um lugar no ônibus, é preciso comprar com antecedência. “Vim hoje para comprar passagem para segunda-feira, e já acabaram”, diz o estudante Gilberto Sredni.

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Baseado em modelo de Dansette