Gestão magra
Info Corporate por Françoise Terzian
No Grupo Bimbo, fabricante da marca Pullman, o pão é feito em casa, mas a TI é gerenciada em regime de full outsourcing
Da linha de produção da empresa de origem mexicana Bimbo, que no Brasil fabrica as marcas de pães e bolos Pullman, Plus Vita e Ana Maria, saem vários sabores. Mas na área de TI a receita é uma só: terceirização. Tudo o que diz respeito às atividades de desenvolvimento de software, manutenção do hardware e atendimento aos usuários e aos clientes pelo contact center é executado por um parceiro. O Grupo Bimbo pratica full outsourcing de TI na subsidiária brasileira há quase um ano.
A decisão de terceirizar a gestão de sistemas e manutenção fez com que, internamente, a TI ficasse bastante enxuta. Há um CIO, que responde pelas operações na América do Sul, um gerente, que atua de olho no mercado local, e cinco analistas, com foco no negócio. Mas a área de TI da fabricante de pães abriga 25 profissionais da empresa Procwork, com quem o Grupo Bimbo mantém o contrato de full outsourcing no país. Por sua vez, o serviço de contact center é prestado de dentro das instalações do parceiro. “Os sistemas de gestão de toda a operação comercial estão 100% nas mãos do parceiro de TI. Portanto, os resultados da companhia dependem também da agilidade do nosso parceiro de TI”, afirma Renato Maio Junior, CIO do Grupo Bimbo para a América do Sul. Entre os principais benefícios do modelo, ele cita o maior foco de sua equipe nos negócios e, claro, a redução de custos. Entre 2004 e 2006, as despesas de TI, efetivas e evitadas, caíram 11% no Brasil devido à opção pela terceirização das atividades, agora concentradas em um único parceiro.
















